Quando qualquer um - seja aonde for - estender a mão pedindo ajuda...
Quero que a mão de A. A. esteja sempre ali.
E por isto eu sou responsável.

CONFIANDO NOS OUTROS

“Mas, acaso a confiança exige que sejamos cegos em relação aos motivos dos outros ou até aos nossos? Absolutamente; isto seria uma loucura. Certamente deveríamos avaliar tanto a capacidade de fazer o mal como a capacidade de fazer o bem nas pessoas em quem vamos confiar. Esse inventário particular pode revelar o grau de confiança que podemos depositar em qualquer situação que se apresente.”

Eu não sou vítima dos outros, mas sim uma vítima de minhas expectativas, escolhas e desonestidade.

Quando espero que os outros sejam o que eu quero que sejam e não o que eles são, quando eles deixam de alcançar minhas expectativas, então me magôo. Quando minhas escolhas são baseadas em meu egocentrismo, me encontro sozinho e desconfiado.

Adquiro confiança em mim mesmo, contudo, quando pratico a honestidade em todos os meus assuntos. Quando examino meus motivos e sou honesto e confiante, sou consciente dos possíveis danos que surgem em algumas situações, podendo assim evitá-las.

Fonte: Livro “Reflexões Diárias”


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